Portais públicos de saúde com solução FlexiQ da Ricoh recebem Selo Ouro de “Usabilidade e Acessibilidade”
Os portais e aplicações móveis da ULS Lezíria, do IPO Porto e da ULS Póvoa de Varzim / Vila do Conde, que usam a solução FlexiQ da Ricoh na gestão de filas de espera, foram distinguidos com o Selo Ouro de Usabilidade e Acessibilidade Digital, anunciou a tecnológica.
Segundo a Ricoh, em comunicado, a distinção é atribuída pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) e corresponde ao nível mais elevado de certificação para sites e aplicações digitais. A avaliação verifica o cumprimento de requisitos de acessibilidade e usabilidade, incluindo as normas WCAG 2.1, nível AA, e testes de utilização com pessoas com deficiência.
A empresa refere que o FlexiQ foi implementado para responder à sobrelotação das salas de espera, às filas nas admissões clínicas e à forte dependência de processos administrativos manuais. A solução inclui quiosques para emissão autónoma de senhas, senhas virtuais através da aplicação móvel, notificações automáticas e um sistema de gestão de visitas com QR Code.
Os utentes podem acompanhar a sua vez à distância, receber lembretes de consultas por aplicação, SMS ou e-mail e reagendar mais facilmente, o que, de acordo com a Ricoh, contribui para reduzir as faltas e melhorar a gestão dos atendimentos. A automatização de tarefas administrativas permite ainda libertar profissionais para outras funções e reduzir o ruído e a desorganização nas salas de espera.
O Portal do Utente foi também adaptado em várias unidades hospitalares, com reforço dos contrastes visuais, aumento do tamanho do texto até 200% e compatibilidade com tecnologias de apoio.
“Esta distinção demonstra que a transformação digital pode contribuir não só para tornar os processos mais eficientes, mas também para criar serviços mais simples, acessíveis e inclusivos para os utentes”, afirmou Pedro Castro, Head of Workplace & End User Experience da Ricoh.
Com arquitetura modular, o FlexiQ integra sistemas clínicos do hospital e dos cuidados de saúde primários, assegurando a interoperabilidade através de HL7 e a ligação a plataformas como o SONHO, o SClínico e sistemas laboratoriais e de exames.
O projeto continua em desenvolvimento e prevê a expansão da aplicação para centros de saúde, o acesso de encarregados de educação aos dados de menores e a disponibilização digital de imagens de exames.
Em Portugal, a Ricoh tem uma faturação superior a 65 milhões de euros, mais de 170 colaboradores e mais de 90 técnicos certificados. A nível global, o grupo registou vendas de 15,4 mil milhões de euros no ano fiscal terminado em março de 2025.
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