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CTT vão financiar projetos ambientais em Sintra-Cascais e agricultura regenerativa para compensar emissões

CTT vão financiar projetos ambientais em Sintra-Cascais e agricultura regenerativa para compensar emissões

Os CTT anunciaram esta quinta-feira os projetos ambientais que vão financiar no âmbito da sua iniciativa de compensação carbónica, após uma votação pública que decorreu entre 06 e 20 de outubro, tendo sido escolhidos um projeto de preservação do Parque Natural de Sintra-Cascais e outro de agricultura regenerativa em vários países europeus.
Segundo a empresa, o projeto de Preservação do Parque Natural de Sintra-Cascais venceu na categoria de iniciativas nacionais, com 115 votos, enquanto o AgreenaCarbon Project, dedicado à promoção da agricultura regenerativa na Europa, foi o mais votado na categoria internacional, reunindo 154 votos.
O apoio aos dois projetos permitirá compensar 241 toneladas de emissões de dióxido de carbono (CO₂) associadas à atividade de transporte e distribuição do serviço Correio Verde dos CTT.
A iniciativa nacional tem como objetivo preservar a fauna e a flora do Parque Natural de Sintra-Cascais através da recuperação de habitats naturais, plantação de espécies autóctones, erradicação de espécies invasoras e implementação de medidas de controlo da erosão.
De acordo com a empresa, estas intervenções procuram reforçar a conservação da biodiversidade e aumentar a resiliência dos ecossistemas da área protegida.
Já o AgreenaCarbon Project apoia a adoção de práticas de agricultura regenerativa em explorações agrícolas de dez países europeus, promovendo medidas destinadas a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e a aumentar o armazenamento de carbono nos solos.
O projeto visa igualmente melhorar a saúde dos solos, a retenção de água e a capacidade de adaptação das explorações agrícolas aos impactos das alterações climáticas.
Com esta iniciativa, os CTT afirmam reforçar o seu compromisso com soluções de mitigação das alterações climáticas, apostando em projetos de conservação da natureza e regeneração dos ecossistemas.
Os CTT empregam mais de 14 mil trabalhadores e registaram, em 2025, rendimentos operacionais de 1.288,1 milhões de euros. A empresa tem como meta eletrificar a totalidade da sua frota de distribuição de última milha até 2030.

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