Jon Armstrong antecipa Rali 6 Cidades exigente: “troços muito técnicos, as notas são extensas”
Jon Armstrong, que competiu em Fafe em 2023, no Campeonato da Europa de Ralis (ERC) prova que passou pela mesmas regiões, para além do Rali de Portugal deste ano, claro, e considera que as classificativas exigem confiança total no chassis, sobretudo se chover, cuja probabilidade é pouca, apenas 22%.
O piloto destaca as grandes variações de altitude e as curvas com muita inclinação lateral. “Tem de se confiar mesmo no chassis e naquilo que ele faz por baixo de nós”, afirma.Em termos de tração, é preciso sair bem de todas as curvas e manter a velocidade. Como os troços são mais técnicos, as notas são extensas. Por isso, a adaptação a um novo carro é “um verdadeiro desafio”.A chuva é possível nesta altura do ano, mas não provável para este ralis e se suceder, a lama é dramática para a aderência, que diminui drasticamente e a estrada fica ‘derrapagem artítistica’. “Se o tempo mudar, pode ser mesmo complicado, mas, se se mantiver limpo e seco, são classificativas famosas que toda a gente conhece”, refere.
Armstrong vê em Fafe um bom local para aprender a conduzir este tipo de carros, porque os troços se assemelham, em vários aspetos, aos do Campeonato do Mundo em terra. “É um bom sítio para nos testarmos e nos habituarmos a um destes carros”, conclui.
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