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Lucro da ExxonMobil sobe 52% para 30.485 milhões até setembro

Lucro da ExxonMobil sobe 52% para 30.485 milhões até setembro

A petrolífera norte-americana ExxonMobil registou lucros de 34.121 milhões de dólares (cerca de 30.485 milhões de euros à taxa de câmbio atual) até setembro deste ano, um aumento de 52% face ao período homólogo.
As receitas da empresa atingiram os 314.319 milhões de dólares (cerca de 281.262 milhões de euros) nos primeiros nove meses deste ano, um aumento de 25% face a igual período do ano passado.
Já os custos e outras deduções aumentaram 23%, atingindo os 266.692 milhões de dólares (cerca de 238.644 milhões de euros).
A divisão de ‘upstream’ (pesquisa e extração) contribuiu com 20.752 milhões de dólares (cerca de 18.564 milhões de euros) para o resultado líquido alcançado, o que representa uma subida de 16%, enquanto os produtores de energia geraram 11.372 milhões de dólares (cerca de 10.173 milhões de euros), um aumento de 182% em relação ao período homólogo.
Por seu turno, o segmento de produtos químicos atingiu um resultado líquido de 1.976 milhões de dólares (cerca de 1.767 milhões de euros), um aumento de 82,7%, enquanto a área dos produtos denominados “especializados” registou um resultado de 2.892 milhões de dólares (cerca de 2.587 milhões de euros), um aumento de 33%.
Entre julho e setembro, a ExxonMobil registou um lucro de 15.413 milhões de dólares (cerca de 13.788 milhões de euros), mais do que o dobro do valor do ano anterior, enquanto o volume de negócios ascendeu a 113.164 milhões de dólares (cerca de 101.237 milhões de euros), um aumento de 32,6%.
A petrolífera viu a sua dívida líquida reduzir-se em 11.000 milhões de dólares (cerca de 9.840 milhões de euros) nos últimos 12 meses, situando-se em 22.100 milhões de dólares (cerca de 19.770 milhões de euros) a 30 de setembro.
Além disso, anunciou um dividendo de 1,07 dólares (0,96 euros), a pagar a 10 de dezembro a todos os acionistas que estejam registados até ao fecho de mercado do dia 16 de novembro.
“Trimestre após trimestre, acumulam-se as provas de um negócio mais sólido. Estamos a melhorar tanto a qualidade da nossa carteira como a nossa capacidade de otimização. […] Os mercados irão mudar, mas estamos posicionados para continuar a fornecer a energia e os produtos de que o mundo necessita, ao mesmo tempo que geramos crescimento e valor a longo prazo para os nossos acionistas”, afirmou o presidente e diretor executivo da empresa, Darren Woods, citado no mesmo comunicado.

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