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Bancadas cheias, capas vestidas e muitos guarda-chuvas na grelha de partida, com o céu nublado e a ameaça de chuva constantemente presente. Era este o cenário para o arranque do GP de São Paulo. A probabilidade de chuva era de 80%, com 26 °C de temperatura de pista e 16 °C de temperatura do ar.
Na frente do pelotão, Lando Norris, com a companhia de Kimi Antonelli, com Liam Lawson e Nico Hülkenberg na segunda linha. Na segunda metade da grelha, nomes como Charles Leclerc, Lewis Hamilton, Max Verstappen que prometiam animar a prova, na tentativa de recuperarem o máximo de lugares possível.
Quanto às estratégias, todos esperavam para ver o que a meteorologia preparava para as 71 voltas previstas para esta tarde. Para o arranque a escolha foi unânime e os intermédios fora a escolha de todos os pilotos da grelha.
O primeiro drama do dia acontecia do lado da Cadillac, com Valtteri Bottas a deixar o 17º lugar da grelha para ir em direção à box da sua equipa, com problemas no seu monolugar (roda traseira direita presa).
No arranque, Lando Norris perdeu a liderança para Antonelli e Lawson aproveitou para subir ao segundo lugar. Lewis Hamilton conseguiu subir 11 posições na primeira volta, enquanto Verstappen estava na 14ª posição.
Depois das primeiras voltas, Antonelli estava instalado na primeira posição, à frente de Lawson, Norris, Hadjar e Russell. Hamilton era nono e Verstappen já era 10º. Bottas era o primeiro na lista de desistências.
Na volta 4, Hamilton abriu a porta a Verstappen que não desperdiçou a oportunidade e subiu ao nono posto. Uma volta depois, o neerlandês era já sétimo, depois de despachar Oscar Piastri e Alex Albon.
Na frente, Antonelli tinha já quatro segundos de vantagem enquanto Norris conseguiu passar Lawson e regressar ao segundo lugar. Lawson começava a ter dificuldades e via passar por si Hadjar e Russell surgia como o próximo cliente, confirmando a subida ao quarto lugar pouco depois.
Depois de passar Lawson, Norris encontrou outra velocidade na sua caixa e começou a aproximar-se de Antonelli. Mais atrás, Piastri passava Hulkenberg e agarrava o sétimo posto. Um pouco mais atrás, Hamilton perdeu tempo e encontrou-se a lutar pelo 12º posto com Leclerc, numa luta quente, mas sem argumentos por parte do britânico para segurar o colega de equipa.
Se as primeiras voltas em ar livre de Norris pareciam animadoras, o ritmo do McLaren #1 esfumou-se e Antonelli conseguia cavar oito segundos de vantagem, com Russell a aproximar-se do compatriota.
Na volta 15, a primeira paragem nas boxes, com Hamilton a colocar pneus macios, o primeiro a apostar em pneus para piso seco, com Carlos Sainz a imitar o piloto da Ferrari. Duas voltas depois, Norris, Russell, Hadjar, Lawson, Piastri e Hulkenberg entraram nas boxes, com os pneus macios a revelarem-se a melhor opção nesta fase.
Verstappen manteve-se em pista e subiu ao segundo lugar. Mas mais drama à saída da via das boxes, com Russell a fazer um pião e a perder muito tempo. Antonelli entrou pouco depois para colocar macios, com Verstappen também a entrar para trocar borrachas.
A nova ordem era Antonelli, Norris, Hadjar, Verstappen, Lawson, Piastri, Russell, Hulkenberg, Albon e Lindblad. Norris aproximava-se de Antonelli, com pneus macios mais quentes e com mais uma volta.
À entrada para a volta 20, Antonelli perdeu o carro na curva 1 e o pião abriu as portas da liderança a Norris, com Hadjar a atacar o italiano, um ataque que foi bem-sucedido na volta 21.
Os problemas para o #12 multiplicava-se e caiu para quarto, atrás de Verstappen que na volta 25 estava nas posições do pódio depois de largar dos últimos lugares. Do lado de Russell, a corrida era de recuperação com uma boa luta com Hulkenberg que durou três voltas e sorriu ao britânico que subiu ao sétimo lugar.
Na volta 32, Lance Stroll foi chamado às boxes para entregar o carro aos mecânicos
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