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Cuatrecasas distingue Inês de Oliveira Soares e Pedro Pérez-Caballero com Prémio Excelência Jurídica

Cuatrecasas distingue Inês de Oliveira Soares e Pedro Pérez-Caballero com Prémio Excelência Jurídica

A Cuatrecasas anunciou os vencedores da III edição do Prémio Excelência Jurídica, uma iniciativa que reconhece o mérito na investigação e publicação de artigos técnicos pelos seus advogados. Inês de Oliveira Soares, associada do escritório de Lisboa, foi a vencedora na categoria júnior, enquanto Pedro Pérez-Caballero, associado de Saragoça, conquistou o galardão na categoria sénior. Num setor onde conciliar a prática diária com a investigação exige rigor e vocação, o prémio visa promover a produção intelectual sobre temas atuais e de elevada complexidade técnica.
Na categoria júnior, destinada a associados e associados júnior, Inês de Oliveira Soares destacou-se com o artigo “Neurociências e Processo Penal: a admissibilidade da utilização do exame neurológico P300 como meio de prova e a colisão com direitos fundamentais”. O júri sublinhou a originalidade e a sólida fundamentação do trabalho, que analisa a fronteira entre métodos científicos e direitos fundamentais. Ao receber a distinção, a advogada afirmou que o prémio constitui um estímulo decisivo para a sua formação contínua e reforça o seu compromisso com o rigor no estudo do direito.
Já na categoria sénior, que abrange associados principais e seniores, Pedro Pérez-Caballero foi premiado pela monografia “Responsabilidade por danos na construção modular de edifícios”. O júri valorizou a profundidade da análise e a aplicação prática do tema, num trabalho que explora o regime de responsabilidade dos intervenientes neste modelo construtivo. O advogado considerou o galardão um reconhecimento da excelência técnica e uma motivação para continuar a contribuir para uma cultura jurídica exigente a partir da Cuatrecasas.
O júri desta edição, presidido por Raimundo Segura, contou com a participação dos sócios Serena Cabrita Neto, Ignacio Costa, Fedra Valencia, Ignacio Jabato, Luís Miguel Cortes Martins e Marco Antonio de la Peña, além da advogada Aurora Campins. Na avaliação, foram privilegiados critérios como a inovação, a clareza expositiva e a utilidade prática para o exercício da profissão. Segundo Raimundo Segura, a elevada qualidade dos trabalhos submetidos — que abordaram temas desde a inteligência artificial às criptomoedas — reflete o compromisso da sociedade com a partilha de conhecimento e a aprendizagem constante dos seus profissionais.

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