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S&P 500 ganhou quase 600% desde os ataques de 11 de setembro

S&P 500 ganhou quase 600% desde os ataques de 11 de setembro

O índice norte-americano que reúne as suas 500 maiores empresas (S&P 500) teve um ganho de 594% passados 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Nesse espaço de tempo, o índice bolsista dos Estados Unidos passou de 1.092,50 pontos, correspondentes ao fecho da sessão de 10 de setembro, para os 7.591,70 pontos, valor de fecho de 10 de setembro de 2026.
A bolsa nova iorquina esteve encerrada no 11 de setembro e só voltou a abrir a 17 de setembro. Até à atualidade o índice passou pela crise financeira de 2008 e pela pandemia da Covid-19 em 2020. Além da forte valorização desde os atentados a própria composição do S&P 500 também alterou-se significativamente. E as empresas que agora estão no topo são muito mais valiosas do que no dia anterior ao 11 de setembro de 2001.
A publicação espanhola El Economista recorda que no dia anterior aos atentados terroristas era a General Electric que ocupava a posição cimeira do S&P 500 com uma capitalização de 390 mil milhões de dólares (336,2 mil milhões de euros), seguida pela Microsoft com 309 mil milhões de dólares (266,4 mil milhões de euros), e o pódio fechava com a Exxon Mobil com 283 mil milhões de dólares (243,9 mil milhões de euros). O Top 10 era finalizado pela Pfizer, Citigroup, Walmart, AIG, Intel, Johnson & Johnson e IBM.
Atualmente, existem 35 cotadas no mundo que são mais valiosas do que a General Electric era antes do 11 de setembro. Atualmente no que diz respeito ao S&P 500 é a Nvidia que ocupa a posição cimeira. Vale 5,2 biliões de dólares (4,4 biliões de euros), 14 vezes maior do que era a General Electric. O Top 10 inclui ainda a Apple, Alphabet (dona do Google), Microsoft, Amazon, Broadcom, Meta, Tesla, Micron e Berkshire Hathaway. Todas elas ultrapassam um bilião de dólares (860 mil milhões de euros) em capitalização. Somente a Microsoft encontra-se no Top 10 antes do 11 de setembro e a 10 de setembro de 2026.

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