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CCP considera prematuro comentar medidas da Agência de Energia para responder a escassez de petróleo

CCP considera prematuro comentar medidas da Agência de Energia para responder a escassez de petróleo

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) considera “algo prematuro” comentar as medidas anunciadas, na semana passada, pela Agência Internacional de Energia, que visam dar resposta à escassez de petróleo. Tratam-se de 10 medidas de urgência, sugeridas pela agência, onde se inclui: mais três dias de teletrabalho, menos 40% de voos comerciais e a gratuitidade dos transportes públicos para reduzir a procura de petróleo face à guerra no Médio Oriente. E a redução do limite de velocidade nas estradas em, pelo menos, 10 km/h, para baixar o consumo de combustível “entre 5% e 10% por veículo”. Pelos cálculos da agência seriam poupados até seis milhões de barris por dia.
“A Confederação salvaguarda que medidas que eventualmente venham a ser implementadas como a gratuitidade dos transportes terão sempre de ser compensadas de forma célere pelo Governo, se estiverem em causa as  empresas privadas”, assinala a CCP, que é dirigida por João Vieira Lopes.
Relativamente ao teletrabalho, a CCP, salienta que as empresas portuguesas já demonstraram que “estão em condições de adaptar-se de forma transitória”, se tal for temporariamente indispensável.

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