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Miguel Maya reconduzido para novo mandato 2026-2029

Miguel Maya reconduzido para novo mandato 2026-2029

A assembleia-geral do BCP decorreu hoje a 7 de maio de 2026  e reconduziu Miguel Maya como CEO e Nuno Amado como chairman para o mandato 2026-2029.
“O Banco Comercial Português informa ter-se realizado hoje a Assembleia Geral Anual de Acionistas, nas instalações do Banco e através de meios telemáticos, com a participação de acionistas detentores de 68,53% do respetivo capital social”, refere o comunicado à CMVM.
A eleição dos órgãos sociais do maior banco privado português estava no ponto nove da ordem de trabalhos e que, tal como todos os outros pontos, foi pacificamente aprovada.
A proposta era do grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol — com participações de 20,03% e 19,49%, respetivamente — e consiste na recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (chairman) e a nomeação de Miguel Maya como vice‑presidente e presidente executivo.
A proposta dos acionistas Fosun e Sonangol foca na continuidade da estratégia de estabilidade, incluindo dois novos membros na comissão executiva e cinco novas mulheres não executivas.
A proposta aprovada pelos acionistas inclui também a nomeação de Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice‑presidentes do Conselho de Administração.
A lista aprovada integra ainda o seguinte conjunto de vogais para o Conselho de Administração: António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.
Os administradores Rui Teixeira (retalho) e José Silva Pessanha (risco) foram substituídos por António Pinto Júnior (que vem do banco polaco do BCP) e Miguel Manso (até agora diretor de risco do banco).
Quanto aos administradores executivos Miguel Bragança (administrador financeiro), João Nuno Palma e Maria José Campos, foram reconduzidos nos cargos para o novo mandato, tal como o CEO.
Foi igualmente aprovada a eleição da comissão de auditoria, com Patrícia Couto Viana como presidente da comissão, substituindo Cidália Maria Mota Lopes.
Na mesa da assembleia geral, saiu Pedro Rebelo de Sousa e entrou Luís Cortes Martins na presidência.
Além da composição dos órgãos sociais, a assembleia aprovou o pagamento de um dividendo no montante de 509 milhões de euros. Segundo a proposta, este pagamento insere‑se na política do banco, que prevê atualmente “um objetivo de distribuição de dividendos ordinários de 50%” dos lucros anuais, e contempla ainda um aumento do valor a distribuir aos acionistas no futuro.
O banco vai atribuir 50% do resultado em forma de dividendo e até 40% através de um programa de shares buyback.
 
 

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