Ventura e Moedas no menu do MAI (e uma ‘star’ de milhões). Veja o rating da semana
Miguel Maya, CEO do BCP | A+
Em definitivo, 2026 está a ser um grande ano para o BCP: o maior banco privado português atingiu lucros de quase 306 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma subida de 25%. Só em Portugal, os ganhos do banco liderado por Miguel Maya foram de 265,4 milhões, um crescimento de 21,2%. Recondução do CEO já está a dar frutos.
Donald J. Quintin, CEO da Lone Star | A+
É o negócio do ano em Portugal: a venda do Novobanco por parte da Lone Star ao grupo francês BPCE resultou num ganho de aproximadamente quatro mil milhões de euros apenas na venda, ou seja, cinco vezes o valor investido pelo fundo (5,02 mil milhões por 75%). O JE fez as contas e são impressionantes: este investimento rendeu à Lone Star mais de 20% ao ano.
Luís Neves, ministro da Administração Interna | A-
Chapadas, socos e armas na cabeça. As agressões protagonizadas por agentes da PSP nas esquadras do Rato (e também no Bairro Alto) são demasiado graves e Luís Neves colocou o dedo na ferida: disse e fez tudo o que se esperava de um governante num caso tão sensível. Na mesma semana, colocou Ventura a justificar o injustificável e noutro plano, ainda teve tempo para destruir as perceções de Moedas com factos.
Pedro Passos Coelho, antigo primeiro-ministro | B-
Esta foi a semana em que o antigo líder de Governo terá percebido que o Chega não serve como parceiro de Executivo para Luís Montenegro? Não sabemos mas a verdade é que Pedro Passos Coelho quebrou o silêncio para apelidar de absurda e irrealista a moeda de troca de Ventura para aprovar o pacote laboral: baixar a idade da reforma. “Nem os socialistas têm coragem”, exclamou Passos.
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