“Eu já andei a 350 e fiquei traumatizado”: o volante ao contrário e o coração nas mãos, a marca que deixam os ralis
Guru Mike Billions é o pseudónimo digital de Miguel Milhão, empresário português conhecido sobretudo por ser o fundador da marca de suplementação e nutrição Prozis. Nos últimos anos, ganhou grande notoriedade na internet e nas redes sociais pelas seguintes facetas: Podcasts: É o anfitrião do CdK Podcast, um formato de debate longo e sem filtros. No programa, aborda temas que variam entre negócios, ideologias, história, religião e política, recebendo com frequência convidados e figuras públicas controversas.
Assumindo uma postura irreverente, partilha visões sobre desenvolvimento pessoal, sociedade e empreendedorismo, basicamente, um pouco de tudo, e até… de ralis: “uma vez fui convidado a ir ao WRC, com o Miguel Oliveira. A Hyundai convidou-me, e eu fui andar com o Dani Sordo. Ó meu, o gajo entrou no carro, tu não tens noção. Eu só queria que aquela merda acabasse. Eu já andei a 350, meu. Eu já andei a acelerar dentro dos meus limites. Eu fiquei traumatizado! O Miguel Oliveira também. Ele disse-me, Isto é mais violento do que as motas”, disse Miguel Milhão.
Já Félix da Costa, pôs água na fervura: “Tu tens uma cena que é a síndrome do banco do lado, tás a ver? Tu não vais, tipo, pá, este gajo não vai travar, este gajo não vai virar! O gajo tá no controle daquilo porque, para já ele é muito bom, e segundo, ele sabe o que é que vai fazer a seguir. Tu não sabes o que é que o gajo vai fazer a seguir….”
Miguel Milhão: “Mas ele tá sempre com o volante virado para o sítio errado, é uma coisa traumatizante. Eu saí traumatizado e toda a gente que foi com ele também saiu traumatizada.”
Félix da Costa: “Vou-te dizer, o gajo, provavelmente, vai para aí a 70% da capacidade, zero risco para ele…Eu faço isso algumas vezes em circuito, vou a 80% e chega para a malta que vai ao lado…”
Miguel Milhão: “Nessa minha experiência, e já tinha tido outras experiências, já fiz corridas e tal, amadoras e coisas assim, fiz muito, mas aprendi que a maior parte das pessoas pagava, quem tivesse dinheiro, pagava facilmente para conduzir um WRC. Pagava, sei lá, o que fosse preciso. E estes gajos recebem para conduzir. Eles não são gajos normais!”
Os ralis já são, por si só, um desporto extraordinário, mas podem sempre ser vividos de forma ainda mais intensa — porque um rali não se resume a cronómetros: mede-se pela emoção que fica na memória.A parte dos ralis, entre o minuto 3.55 e os 6.00. CLIQUE NO VÍDEO
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