STEF fatura 1.417,7 milhões no 2.º trimestre e sobe 11%
O grupo francês STEF, líder europeu em transporte e logística de produtos alimentares em temperatura controlada, registou no 2.º trimestre de 2026 um volume de negócios de 1.417,7 milhões de euros, mais 11,0% do que no período homólogo, anunciou hoje a empresa. Em termos comparáveis, o crescimento foi de 9,6%, com junho a destacar-se pela atividade excecional e por um efeito de calendário favorável.
Em França, o volume de negócios subiu 9,4%, para 668,2 milhões de euros, enquanto a atividade internacional avançou 15,5%, para 565,0 milhões de euros. A rubrica “Outros” aumentou 4,5%, para 184,5 milhões de euros, fechando o trimestre com a evolução global de 11,0%.
As atividades do grupo cresceram 12,1%, para 1.237,4 milhões de euros, e as vendas de mercadorias para a atividade Food Service subiram 4,4%, para 180,4 milhões de euros. No semestre, o grupo acumulou 2.687,1 milhões de euros de faturação, mais 8,6% face aos 2.474,1 milhões de euros registados no mesmo período de 2025.
Em Portugal, a STEF sublinhou uma evolução “muito positiva”, apoiada pelo aumento dos fluxos internacionais e pelo reforço da capacidade das instalações da Maia, no Porto, operacionais desde o final de 2025. A empresa refere que a expansão da atividade no mercado português contribuiu para o desempenho positivo do negócio internacional.
“Os volumes de negócios de Espanha e Portugal registaram uma evolução muito positiva”, revela a empresa em comunicado.
A nível ibérico, a empresa destacou também o crescimento em Espanha, sustentado pelo aumento dos volumes nas atividades de produtos congelados, frescos e de retalho, além da entrada em funcionamento de novas instalações em Madrid e Barcelona. Já na Bélgica e nos Países Baixos, a atividade foi afetada pela concentração no setor retalhista e por um contexto económico adverso.
A STEF anunciou que publicará os resultados do 1.º semestre a 3 de setembro de 2026, após o fecho da bolsa. A empresa mantém o foco na expansão da capacidade operacional e na integração de aquisições recentes, como a Christian Cavegn AG, na Suíça, que gerou 19,4 milhões de euros no trimestre e contribuiu para o crescimento do grupo.
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