Cabaz alimentar volta a subir na última semana para 253,47 euros, segundo Deco Proteste
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste subiu 2,18 euros na última semana, fixando-se nos 253,47 euros, invertendo a descida de 5,17 euros da semana anterior.
“O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa esta semana 253,47 euros, o que representa um aumento de 2,18 euros face à semana anterior”, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 22 e 29 de julho, as salsichas Frankfurt registaram um aumento de 25%, para 1,97 euros, o atum posta em azeite subiu 14%, para 2,09 euros, e o peito de peru fatiado embalado registou um acréscimo de 10%, para 2,83 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,65 euros (menos 4,82%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 13,82 euros (menos 5,77%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,77 euros (uma diferença de 35,04%).
Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (24% custando atualmente 19,34 euros por quilograma), o robalo (23% custando atualmente 10,14 euros por quilograma), e a perca do nilo (22% custando atualmente 12,12 euros por quilograma).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (121% para 12,86 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (82% para 19,34 euros) e os ovos (78% para 2,03 euros).
Share this content:


Publicar comentário