Bolsa de Lisboa lidera ganhos europeus com Jerónimo Martins a valorizar 4%
A Bolsa de Lisboa segue a meio da sessão com uma valorização de 1,41% para os 9.177,07 pontos e lidera os ganhos entre os principais índices europeus.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Jerónimo Martins que valoriza 4% para os 18,19 euros, depois de ter reportado uma quebra de 3,5% nos lucros do primeiro semestre para os 260 milhões de euros, seguida pela Teixeira Duarte que sobe 2,81% para os 0,49 euros, e a Sonae avança 2,96% para os 2,08 euros.
No verde está ainda o Banco Comercial Português (BCP), a Mota-Engil, os CTT, a Altri, a Ibersol, a EDP Renováveis, a EDP, a Navigator, a Corticeira Amorim, a REN, a NOS, e a Semapa.
A negociar no vermelho encontra-se a Galp Energia que quebra 0,83% para os 19,83 euros.
Europa está no verde
As principais bolsas europeias estão a negociar no verde com exceção dos índices alemão e italiano. O DAX (Alemanha) cai 0,15% para os 25.410,50 pontos, o CAC 40 (França) sobe 0,64% para os 8.462,40 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) valoriza 0,06% para os 10.914,96 pontos.
O AEX (Países Baixos) sobe 0,53% para os 1.098,92 pontos, o IBEX 35 (Espanha) valoriza 1,09% para os 19.601,88 pontos, e o FTSE MIB (Itália) quebra 0,03%.
“As bolsas europeias seguem em alta, resilientes à reação negativa de Wall Street às comunicações da Reserva Federal (Fed). Ainda que tenha agido em linha com o esperado e mantido os juros inalterados, a falta de unanimidade (três membros defendiam uma subida) provocou uma subida das yields e gerou pressão. Hoje o Banco de Inglaterra deve manter a taxa de juro de referência para o Reino Unido nos 3,75%. Para já é uma enxurrada de contas empresariais a comportamentos dispares. Em Portugal o BCP ao aumento de lucros e expansão de margem financeira, a Jerónimo Martins surpreendeu e ganha 4%. A Sonae também mostrou bom desempenho. A EDP também reportou contas e segue em alta. Estas reações ajudam a colocar o PSI na liderança [entre as bolsas europeias]. No exterior entre os comportamentos mais entusiasmados a contas estão Vinci, BBVA e Schneider Electric, contrastando com o tombo de 17% da Adidas, onde os gastos com publicidade castigaram os lucros. Entretanto chegou a indicação de que a economia da Zona euro cresceu 0,4% no segundo trimestre, o dobro do previsto face aos primeiros três meses do ano, com o Produto Interno Bruto (PIB) a expandir-se 1% em relação a igual trimestre de 2025.
O petróleo está a ser negociado em terreno misto com o brent a cair 0,08% para os 88,02 dólares e o crude desvaloriza 0,04% para os 84,49 dólares.
O euro está a subir 0,06%, face ao dólar, para os 1,14704 dólares e o euro está a quebrar 0,04%, face à libra, para as 0,85729 libras.
Share this content:



Publicar comentário