UTAD assina contrato-programa para curso Medicina
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) deu mais um passo com vista à implementação do Mestrado Integrado em Medicina com a assinatura do contrato-programa que viabiliza o arranque do curso já no ano letivo de 2026/2027.
O novo ciclo de estudos disponibilizará 40 vagas no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
O documento foi celebrado entre o Instituto para o Ensino Superior (IES, I.P.), a UTAD e a Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD, E.P.E.), tendo sido homologado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.
O contrato-programa prevê um modelo inovador de governação conjunta entre a UTAD e a ULSTMAD, podendo futuramente integrar outras Unidades Locais de Saúde. O projeto terá uma Comissão de Acompanhamento, a criar, e que será responsável pela monitorização das medidas previstas e pela avaliação contínua do modelo formativo.
No curso estão envolvidos os 21 municípios da região, que formalizaram protocolos de cooperação com a UTAD. A saber: Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar, Alijó, Mesão Frio, Murça, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca.
“Estes acordos incluem medidas de acolhimento, alojamento e mobilidade para os estudantes, particularmente durante as rotações clínicas e os estágios realizados nas unidades de saúde da ULSTMAD”, adianta a UTAD em nota enviada à nossa redação.
“A criação do Mestrado Integrado em Medicina representa um marco histórico para a universidade e para a região de Trás-os-Montes e Alto Douro, reforçando a oferta formativa na área da saúde e contribuindo para responder à crescente necessidade de médicos no Serviço Nacional de Saúde”, afirma a UTAD em nota enviada à nossa redação.
Segundo a UTAD, com o novo curso pretende-se promover “uma distribuição mais equilibrada dos profissionais de saúde pelo território nacional”, “valorizando os contextos de formação em regiões de menor densidade populacional” e “contribuindo para a melhoria dos cuidados de saúde prestados às populações”.
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