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Novo Mini Cooper poderá adotar tração traseira

Novo Mini Cooper poderá adotar tração traseira

O Grupo BMW já trabalhar na definição das especificações da próxima geração da berlina compacta de 3 portas da Mini, mesmo se a atual, a quarta, ainda é nova no mercado – as versões elétricas, fabricadas na China, foram introduzidas em 2023, enquanto as térmicas, produzidas no Reino Unido, surgiram no mercado europeu em 2024! A informação mais importante: os responsáveis do consórcio admitem a possibilidade de abandonar a configuração tradicional de motor dianteiro e tração às rodas anteriores para adotarem uma arquitetura com motor e tração traseiros!
O próximo Mini, de acordo com as mesmas informações, será bastante inspirado, visualmente, no primeiro modelo da era BMW, o R50 de julho de 2001, e procurou reinterpretar o conceito do carro original de 1959, criação de Sir Alec Issigonis que revolucionou o automóvel, por contar com mecânicas dianteiras posicionadas de forma transversal e tração às rodas anteriores, arquitetura técnica que facilitava o aproveitamento do (pouco) espaço no interior de modelo tão compacto.

Mais de seis décadas depois, o Grupo BMW, consórcio proprietário da Mini desde 1994, equaciona mudança de arquitetura, garante a publicação britânica Autocar. Na nova plataforma, motor e tração traseiros! No entanto, antes da introdução da quinta geração, o carro à venda no mercado contará com atualização significativa tanto no desenho, como na tecnologia. Assim, possibilidade de prolongamento da carreira comercial dos atuais Cooper elétricos e térmicos.
Recentemente, em declarações à Autocar, Holger Hampf, o patrão do “design” da Mini, confidenciou que a marca estava a preparar-se para processo de renovação muito abrangente da gama, com a modernização de todos os carros no catálogo e a introdução de diversas novidades. A ação tem como objetivo preparar o futuro.
Tração traseira para maior prazer de condução
Esta possibilidade de o Mini Cooper adotar tração traseira deve-se à estratégia de eletrificação do Grupo BMW. Os alemães não têm planos para o desenvolvimento de outra nova plataforma de tração dianteira. Para a marca britânica, a prioridade é a manutenção da diversão e do prazer na condução. Hampf, nas mesmas declarações à publicação britânica, renovou o compromisso de manter as dimensões, os elementos visuais e as proporções do modelo, como as rodas nos extremos da carroçaria, o que contribui quer para a imagem do carro, quer para o aproveitamento do espaço no interior.

No entanto, para a imagem da quinta geração, Mini não prepara um desenho retro e nostálgica. A intenção é propor uma interpretação contemporânea das formas e dos princípios originais, combinando a utilização eficiente do espaço interior com novas soluções de “design” que mantenham a identidade britânica do compacto.
O novo Mini Cooper, ainda de acordo com Holger Hampf, tem lançamento previsto apenas para o início da década de 2030.
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