Mestrado em Gestão da Nova SBE é o segundo melhor do mundo
O Mestrado Internacional em Gestão da Nova School of Business and Economics (Nova SBE) ascende à condição de segundo melhor do mundo. No ranking Financial Times Masters in Management 2026, que se publica esta segunda-feira, 7 de setembro, o programa sobe duas posições face à edição anterior e coloca-se apenas atrás da suíça St. Gallen.
Em apenas cinco anos, o Mestrado Internacional em Gestão passou de 23.º a 2.º no mundo. Histórico. A Nova SBE continua a ser a escola de negócios portuguesa mais bem classificada neste ranking global, ultrapassando as reputadas INSEAD e HEC Paris e a britânica London Business School.
Um dos indicadores que mais se destaca neste resultado da Nova SBE é a satisfação global dos alumni (antigos alunos), que atribuem ao programa uma classificação de 9,53 em 10, correspondente ao 3.º lugar mundial no indicador Overall Satisfaction – grau de satisfação com o programa.
A avaliação dos alumni reflete-se nos resultados alcançados pela Escola noutros indicadores complementares, caso do Career Service Rank, que avalia a eficácia do serviço de carreiras da escola no apoio à empregabilidade dos alunos em que é sétima. Este foi um dos critérios onde a Nova SBE registou mais melhorias, com um aumento de 15 lugares face a 2025.
No parâmetro Alumni Network Rank, que avalia a eficácia da rede de alumni na criação de oportunidades de carreira, no desenvolvimento de ideias e negócios, no recrutamento e no acesso a eventos e informação profissional, a Nova SBE ocupa o 11.º lugar mundial.
Em International Work Mobility Rank, o Mestrado Internacional em Gestão é 10.º no mundo. Este indicador mede a mobilidade profissional internacional dos alumni, tendo em conta a mudança de país de trabalho entre a conclusão do mestrado e o momento da participação no inquérito do FT, três anos mais tarde.
De destacar ainda a taxa de empregabilidade de 100%, que confirma a integração imediata dos graduados no mercado de trabalho global.
A sustentabilidade manteve-se como um dos pontos fortes da Nova SBE, que reforça o seu 11.º lugar mundial no indicador Carbon Footprint, que avalia a estratégia da escola para reduzir a sua pegada de carbono.
O ranking Masters in Management do Financial Times avalia anualmente os 100 melhores mestrados de gestão do mundo, com base em 19 critérios que incluem, entre outros, a avaliação de progressão de carreira, internacionalização, diversidade e sustentabilidade.
Entre os desempenhos que se destacam figura a métrica Aims Achieved, que avalia em que medida os alumni consideram ter alcançado os objetivos que tinham quando decidiram realizar um mestrado. Neste indicador, a Nova SBE regista 92%, a segunda melhor posição do ranking, acima da média de 88% das escolas que integram o Tier 1, reforçando a perceção dos alumni sobre o impacto e o valor da experiência proporcionada pelo programa.
“Alcançar o segundo lugar mundial no Financial Times Masters in Management é um marco histórico para a Nova SBE e o resultado de uma trajetória de evolução consistente. Em apenas cinco anos, o nosso Mestrado Internacional em Gestão passou do 23.º para o 2.º lugar, afirmando-se hoje entre os melhores programas do mundo”, salienta Pedro Oliveira, dean da Nova SBE.
“Mais do que a classificação em si, este resultado reconhece a qualidade da experiência que proporcionamos aos nossos alunos e o impacto que essa jornada tem nas suas carreiras assim que graduam. Este feito histórico é, também, o reflexo de uma comunidade académica e profissional que, em conjunto, tem vindo a construir uma escola cada vez mais internacional, exigente e orientada para o futuro”, justifica.
Um presente que Catherine da Silveira, associate dean for International Affairs & Partnerships da Nova SBE, endossa ao futuro: “Somos – e queremos continuar a ser – uma comunidade internacional que cria oportunidades concretas para os nossos alunos em diferentes mercados e que os prepara para desenvolver carreiras sem fronteiras. Ver esta dimensão refletida na nossa posição de segundo melhor mestrado em Gestão do mundo é um reconhecimento muito significativo do caminho que temos vindo a construir.”
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