Liga dos Campeões: FC Porto já garantiu 43 milhões de euros
O FC Porto só perde no valor de mercado para o Manchester City e Liverpool entre o grupo de adversários que vai defrontar na fase de liga da “Champions” que se inicia esta terça-feira, de acordo com as estimativa do site “Transfermarkt”.
O campeão nacional defronta esta terça-feira, 8 de setembro, o Manchester City (no Estádio do Dragão às 20h00), num regresso de fogo à Liga dos Campeões, quatro épocas depois da última presença na competição. Da última vez que o FC Porto jogou a competição máxima da UEFA, a equipa foi eliminada nos oitavos de final e arrecadou 62 milhões de euros.
Sem jogar uma única partida, o FC Porto já arrecadou 43,1 milhões de euros, uma verba considerável e que reflete o historial europeus dos azuis e brancos, única equipa portuguesa a conquistar uma Liga dos Campeões.
Os azuis e brancos são a equipa mais valiosa da Liga e de acordo com o “Transfermarkt”, apresentam um valor de 464,8 milhões de euros. Essa avaliação é suficiente para que o FC Porto supere o valor de mercado de seis dos oito adversários que vai defrontar nesta fase: PSV Eindhoven: 284,4 milhões; Nápoles: 432,5 milhões; Feyenoord: 208,7 milhões; Slavia Praga: 106,6 milhões e LASK Linz: 51 milhões.
A turma comandada por Francesco Farioli só perde para os tubarões que lhe calharam em sorte para esta fase da Liga dos Campeões já que o Liverpool apresenta um valor de mercado de 1,1 mil milhões e o Manchester City apresenta-se como uma das equipas mais valiosas desta edição: 1,4 mil milhões de euros.
Depois do City, o FC Porto volta a jogar a 14 de outubro, em Sevilha, frente ao Bétis e a 20 de outubro, regressa a casa para defrontar o PSV Eindhoven. A 4 de novembro, os dragões recebem o Nápoles e vinte dias depois, deslocam-se a Roterdão para medir forças com o Feyenoord. A 9 de dezembro, o FC Porto vai a Anfield Road desafiar o Liverpool e dez dias depois recebe o Slavia de Praga. Esta fase de liga termina a 27 de janeiro em Linz para jogar contra o LASK.
O atual campeão nacional optou por uma postura conservadora neste mercado de transferências. No Dragão, o mercado só começou verdadeiramente a aquecer a partir da transferência do jovem criativo Rodrigo Mora para a Roma. A partir daí, o FC Porto viu chegar reforços para todos os setores e ainda garantir a permanência de valores essenciais neste plantel, com Diogo Costa à cabeça. Saldo final: os dragões fizeram 44 milhões de euros em vendas e gastaram 32,5 milhões de euros.
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