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Philip Morris diz ter contribuído com 343 mil milhões de euros para a economia da UE entre 2021 e 2025

Philip Morris diz ter contribuído com 343 mil milhões de euros para a economia da UE entre 2021 e 2025

A Philip Morris International (PMI), grupo ao qual pertence a Tabaqueira, estima ter contribuído com 342,8 mil milhões de euros para a economia da União Europeia entre 2021 e 2025, segundo um estudo elaborado pela consultora EY-Parthenon divulgado esta segunda-feira.
De acordo com a empresa, o impacto económico resulta da atividade direta, indireta e induzida da multinacional, das receitas fiscais geradas e do valor criado para o comércio a retalho, representando um montante superior à riqueza produzida por Portugal num ano.
O relatório indica que, no período em análise, a PMI efetuou compras no valor de 22,3 mil milhões de euros a fornecedores europeus, investiu 27,4 mil milhões de euros nas suas operações na União Europeia e registou exportações de 39,5 mil milhões de euros.
Segundo o estudo, a atividade da empresa sustentou cerca de 164 mil postos de trabalho na União Europeia em 2025, dos quais aproximadamente 22.500 correspondem a empregos diretos.
Portugal destacado no relatório
O estudo identifica Portugal como uma das plataformas de produção, exportação e prestação de serviços globais do grupo.
De acordo com os dados divulgados, as exportações da Tabaqueira ultrapassaram os mil milhões de euros em bens e serviços em 2024, sendo que cerca de 91% da produção da empresa teve como destino os mercados internacionais.
A empresa refere ainda que emprega mais de 1.500 trabalhadores em Portugal e mantém relações comerciais com cerca de 3.000 fornecedores nacionais.
No domínio da inovação, o relatório destaca a instalação em Portugal da Gen AI Factory, um centro de inteligência artificial generativa que apoia operações globais da PMI e que complementa a atividade do Tech Hub e do Finance Hub do grupo.
Na área da sustentabilidade, o estudo sublinha a certificação da unidade industrial da Tabaqueira pela Alliance for Water Stewardship (AWS), referindo que foi a primeira entidade em Portugal a obter esta distinção no âmbito da gestão responsável da água.
Citado no comunicado, o presidente da Região Europa da PMI, Marco Hannapel, defendeu que os resultados demonstram o impacto da empresa ao longo da cadeia de valor, abrangendo agricultores, fabricantes, cientistas, comerciantes e trabalhadores.
O responsável sustentou ainda que a competitividade europeia depende de uma colaboração construtiva entre a indústria e os decisores políticos, bem como de um enquadramento regulatório que proporcione às empresas confiança para investir e inovar.

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