ISEG cada vez mais forte em programas desenhados por medida
O ISEG Executive Education é 48.º em Custom Programs no Financial Times Executive Education 2026, o que lhe confere um lugar no Top 50 global entre as melhores escolas de formação executiva à medida para empresas.
A centenária Escola do Quelhas também volta a estar representada no ranking de Open Programs, ocupando a 70.ª posição mundial.
O ranking destaca o crescimento muito expressivo da atividade do ISEG Executive Education na área dos Programas Customizados, o que revela uma confiança crescente das empresas na capacidade da escola para desenhar experiências de aprendizagem “altamente especializadas, relevantes e alinhadas com os contextos reais de negócio”.
Nesta vertente da formação, o ISEG destaca-se particularmente pelo desempenho no indicador Partner Schools, onde atinge o 9.º lugar mundial. Este reconhecimento evidencia a capacidade “para desenvolver relações de colaboração sólidas e transformadoras com empresas e parceiros institucionais, desenhando soluções formativas à medida dos seus desafios estratégicos”.
O bom desempenho nas duas vertentes da formação executiva é indicativo de crescimento sustentado e consolidação de um modelo formativo equilibrado entre a oferta tradicional de programas de pós-graduação e formação aberta, e uma aposta cada vez mais forte em programas desenhados por medida, com metodologias inovadoras e abordagens pedagógicas centradas na transformação organizacional e no impacto concreto nas equipas e lideranças.
“Este reconhecimento do Financial Times confirma o caminho que temos vindo a construir: uma escola profundamente ligada às empresas, capaz de cocriar soluções relevantes, inovadoras e transformadoras”, afirma Joana Santos Silva, CEO do ISEG Executive Education numa leitura dos resultados. “O crescimento da nossa atividade demonstra não apenas a confiança das organizações no ISEG Executive Education, mas também a capacidade da nossa equipa para entregar experiências de aprendizagem verdadeiramente diferenciadoras, com impacto real nas pessoas e nos negócios.”
João Duque, Presidente do ISEG, diz, mais uma vez, que “os rankings não são um fim em si mesmo”, mas “são um indicador importante da forma como o trabalho das escolas é reconhecido internacionalmente”. E no caso do ISEG, salienta, os resultados deste ano “mostram mais uma vez, consistência, ambição e capacidade de competir num espaço global muito exigente, como temos vindo a demonstrar nos últimos anos.”
O ranking do Financial Times avalia a performance das Escolas de formação executiva, a nível mundial, tendo em conta metodologias de ensino, qualificação do corpo docente, contribuição para novas competências e aprendizagens, e o retorno do investimento dos participantes.
Seis escolas portuguesas brilham no Financial Times Executive Education Ranking 2026 dos Programas Abertos e dos Programas Customizados.
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